quarta-feira, 1 de maio de 2013

CICLO TRIENAL - SEDRAH 108 (Semana de 28 de abril a 04 de maio/2013)

(Shabat Shalom)
Torah:    Bamidbar/Números 15:1 - 41 
Tema(s): Oblações; Pecados Involuntários; Transgressão ao Shabat; Tzitzyiot
Haftarah:  Nehemyias/Neemias 2 e 3; Iyov/Jó 22 e 35
Tema(s):     A Reconstrução de Yerushalayim;  As Acusações de Elifaz e Elihu
Chochmah: Kohelet/Eclesiastes 2:1-17
Tema(s):  A Vaidade dos que se Orgulham de seus feitos
Tehilim: Tehilim/Salmos 108
Tema(s):  Louvor a HaShem
Torah
Bamidbar/Números 15:
A oblação que acompanha os sacrifícios — 1Iahweh falou a Mosheh e disse: 2"Fala aos B'nei Yisra'El; tu lhes dirás: Quando tiverdes entrado na terra onde habitareis e que vos dou, 3se apresentardes manjares queimados ao Senhor, em holocausto ou em sacrifício, seja para cumprir um voto ou seja a título de oferenda espontânea, seja por ocasião das vossas solenidades — fazendo assim do vosso gado miúdo ou graúdo um perfume agradável a Iahweh —, 4o ofertante trará, para sua oferenda pessoal a Iahweh, uma oblação de um décimo de flor de farinha, amassada com um quarto de hin de azeite. 5Farás uma libação de vinho de um quarto de hin por cordeiro, além do holocausto ou do sacrifício. 6Para um carneiro farás uma oblação de dois décimos de flor de farinha, amassada com um terço de hin de azeite, 7e uma libação de vinho de um terço de hin, que oferecerás em perfume agradável a Iahweh. 8Se for um novilho que vieres oferecer em holocausto ou em sacrifício, a fim de cumprir um voto, ou como sacrifício de comunhão a Iahweh, será oferecida, além do animal, uma oblação de três décimos de flor de farinha, amassada com meio hin de azeite, 10e oferecerás uma libação de vinho de meio hin, como oferenda queimada, de perfume agradável a Iahweh. 11Assim se fará para cada novilho, cada carneiro ou cada cabeça de animal pequeno, ovelha ou cabrito. 12Segundo o número das vítimas que fordes imolar, fareis o mesmo para cada uma delas, conforme o seu número. 13Assim fará todo o natural dentre o vosso povo, quando oferecer uma oferenda queimada em perfume agradável a Iahweh. 14E se algum estrangeiro residir convosco, ou com os vossos descendentes, oferecerá uma oferenda queimada em perfume agradável a Iahweh: como fizerdes, assim fará. 15a assembléia. Haverá somente um estatuto, tanto para vós como para o estrangeiro. É um estatuto perpétuo para os vossos descendentes: diante de Iahweh, será tanto para vós como para o estrangeiro. 16Haverá somente uma lei e um direito, tanto para vós como para o estrangeiro que habita no meio de vós."
As primícias do pão — 17Iahweh falou a Mosheh e disse: 18"Fala aos B'nei Yisra'El; tu lhes dirás: Quando tiverdes entrado na terra para a qual eu vos conduzo, 19devereis oferecer uma oferta a Iahweh, tão logo comais do pão dessa terra. 20Como primícias da vossa massa (em primeiro lugar) separareis uma bolacha (Chalah); fareis esta separação como aquela que se faz com a eira. 21Do início das vossas massas separareis a Iahweh um tributo do melhor. Isso é válido para os vossos descendentes.
Expiação das faltas cometidas por inadvertência — 22"Se deixardes de cumprir, por inadvertência, a qualquer um destes mandamentos que Iahweh transmitiu a Mosheh 23(tudo aquilo que Iahweh vos ordenou por intermédio de Mosheh, desde o dia em que ordenou todas estas coisas, e às vossas gerações), 24proceder- se-á assim: Se foi a comunidade que cometeu a inadvertência, a comunidade inteira fará holocausto de um novilho em perfume agradável a Iahweh, juntamente com a oblação e a libação, segundo a norma, e oferecerá um bode em sacrifício pelo pecado. 25O sacerdote fará o rito de expiação por toda a comunidade dos B'nei Yisra'El e o pecado lhes será perdoado, pois que foi uma inadvertência. Quando trouxerem a sua oferenda para ser queimada perante Iahweh e apresentarem diante de Iahweh o seu sacrifício pelo pecado, a fim de reparar a sua inadvertência, 26ele será perdoado a toda a comunidade dos B'nei Yisra'El e de igual modo ao estrangeiro que reside no meio deles, pois que todo o povo agiu por inadvertência. 27Se for apenas uma pessoa que pecou por inadvertência, oferecerá, em sacrifício pelo pecado, uma cabra de um ano. 28O sacerdote fará perante Iahweh o rito de expiação pela pessoa que se desviou pelo pecado de inadvertência, cumprindo sobre a pessoa o rito de expiação, e ela será perdoada, 29quer se trate de um nativo dentre os B'nei Yisra'El, quer de um estrangeiro que habita no meio deles. Haverá uma só lei entre vós, para aquele que procede por inadvertência. 30Aquele, porém, que procede deliberadamente, quer seja nativo, quer estrangeiro, comete ultraje contra Iahweh. Tal indivíduo será exterminado do meio do seu povo: 31desprezou a palavra de Iahweh e violou o seu mandamento. Este indivíduo deverá ser eliminado, pois a sua culpa está nele mesmo."
Violação do Shabat — 32Enquanto os filhos de Israel estavam no deserto, um homem foi surpreendido apanhando lenha no Shabat. 33Aqueles que o surpreenderam recolhendo lenha trouxeram-no a Mosheh, a Aharon e a toda a comunidade. 34Puseram-no sob guarda, pois não estava ainda determinado o que se devia fazer com ele. 35Iahweh disse a Mosheh: "Tal homem deve ser morto. Toda a comunidade o apedrejará fora do acampamento." 36Toda a comunidade o levou para fora do acampamento e o apedrejou até que morreu, como Iahweh ordenara a Mosheh.
As franjas das vestes (Tzitzyot) — 37Iahweh falou a Mosheh e disse: 38"Fala aos B'nei Yisra'El: tu lhes dirás, para as suas gerações, que façam franjas (tzitzyiot) e nas franjas (tzitzyiot) de cada ponta das suas vestes coloquem um fio azul celeste39Trareis, portanto, os tzitzyot, e vendo-os vos lembrareis de todos os mandamentos de Iahweh e os cumprireis. E os poreis em prática, sem jamais seguir os desejos do vossos corações e dos vossos olhos, que vos têm levado a vos prostituir. 40Assim vós vos lembrareis de todos os Meus Preceitos e os poreis em prática e sereis kadosh ao vosso Elohim. 41Eu sou Iahweh vosso Elohim, que vos tirei da terra de Mitzrayim (Egito), a fim de ser vosso Elohim, Eu, Iahweh vosso Elohim." 

Haftarah
Nehemyah (Neemias) 2: 
1No mês de Nisã, no vigésimo ano do reinado de Artaxerxes, sendo eu o encarregado do vinho, peguei-o e ofereci- o ao rei. Antes eu nunca tinha estado triste. 2Por isso o rei me disse: "Por que estás com a fisionomia triste? Não estás doente? Não, certamente é teu coração que está aflito!" Fiquei muito apreensivo 3e disse ao rei: "Que o rei viva para sempre. Como meu rosto poderia não estar triste quando está em ruínas a cidade onde estão os túmulos de meus pais e suas portas devoradas pelo fogo?" 4E o rei me disse: "Então, que desejas?" Invoquei (silenciosamente) o Elohim do céu 5e respondi ao rei: "Se apraz ao rei e se estás satisfeito com teu servo, deixa-me ir para Yehudah (Judá), para a cidade onde repousam os meus pais, a fim de que possa reedificá-la." 6O rei perguntou- me, quando a rainha estava sentada a seu lado: "Até quando durará tua viagem? Quando voltarás?" Marquei- lhe uma data, que convinha ao rei, e ele me autorizou a partir. 7Eu disse ainda ao rei: "Se parecer bem ao rei, sejam-me dadas cartas para os governadores do outro lado do rio (Eufrates) a fim de que me deixem passar até que chegue a Judá; 8e também uma carta para Assaf, guarda do parque real, para que me forneça madeira de construção para as portas da cidadela do Templo, para as muralhas da cidade e para a casa em que vou morar." E o rei outorgou meu pedido, pois a chessed (misericórdia) de meu Elohim estava sobre mim. 9Fui, pois, ter com os governadores do outro lado do rio e entreguei-lhes as cartas do rei. O rei me mandara escoltar por oficiais do exército e cavaleiros. 10Quando Sanvalat (Sambalá), o horonita, e Toviah (Tobias), o funcionário amonita, foram informados disso, mostraram-se muito aborrecidos, pelo fato de ter chegado alguém para trabalhar em benefício dos B'nei Yisra' El. Decisão de reconstruir as muralhas de Jerusalém — 11Chegando a Yerushalayim, lá permaneci três dias. 12Depois levantei-me de noite, acompanhado de alguns homens, sem ter revelado a ninguém o que meu Elohim me havia inspirado fazer por Yerushalayim e sem ter comigo outro animal senão minha própria montaria. 13Saí, pois, à noite, pela porta do Vale, dirigi-me à fonte do Dragão e depois à porta do Esterco: inspecionei a muralha de Jerusalém, onde havia brechas e cujas portas tinham sido incendiadas. 14Prossegui meu caminho rumo à porta da Fonte e à piscina do Rei, e não encontrei mais passagem para o animal que cavalgava. 15Por isso fui subindo de noite pela torrente, sempre observando as muralhas, e entrei pela portão do Vale, passei por En Hatanin (Fonte do Crocodilo) e por Sha'ar Haash'pot (Portão do Lixo/Monturo) e contemplei as muralhas destruídas de Yerushalayim e seus portões consumidos pelo fogo. Passei pelo Portão da Fonte e fui até o tanque do rei, mas, por ali não conseguiria passar com o animal que eu cavalgava. Subi então pelo vale e (mais uma vez) contemplei a muralha; voltei então pelo Portão do Vale e regressei (à cidade). Assim voltei 16sem que os conselheiros soubessem aonde eu tinha ido, nem o que fizera. Até então nada tinha comunicado aos judeus, nem aos sacerdotes, nem aos nobres, nem aos magistrados, nem aos outros responsáveis; 17disse-lhes então: "Estais vendo a situação miserável em que estamos: Yerushalayim é só ruínas e seus portões foram devorados pelo fogo. Vinde! Reconstruamos as muralhas de Yerushalayim e não seremos mais objeto de escárnio!" 18E lhes expus como a mão de Elohim tinha estado sobre mim, narrando-lhes também as palavras que o rei me havia dirigido. "Levantemo-nos!", exclamaram, "e ponhamos mãos à obra!" E lançaram-se com coragem a este belo empreendimento. 19Ao saber disso, Sanvalat (Sambalate), o horonita, Toviah (Tobias), o funcionário amonita, e Geshem (Gesém), o árabe, zombaram de nós e olharam-nos com desprezo, dizendo: "Que é que estais fazendo? Uma revolta contra o rei?" 20Mas respondi-lhes nestes termos: "É o Elohim do céu que nos fará triunfar. Nós, Seus servos, vamos começar a construir. Quanto a vós, não tendes parte, nem direito, nem lembrança em Yerushalayim".

Nehemyah (Neemias) 3:
Os voluntários na reconstrução — 1Eliashiv (Eliasibe), o sumo sacerdote, e seus irmãos, os sacerdotes, puseram-se a trabalhar e construíram o Portão das Ovelhas e o santificaram; fizeram as vigas, fixaram os batentes, as fechaduras e as trancas. Consagraram até à Torre dos Cem (Torre de Meá) e até à Torre de Hananeel. 2Junto deles, o povo de Yericho (Jericó) trabalhou na construção; e mais adiante, Zacur, Ben Imri (filhos de Imri). 3Os filhos de Haseenah (Asená) construíram o Portão dos Peixes; fizeram as vigas, fixaram os batentes, as fechaduras e as trancas. 4Junto deles, fez a restauração Meremot ben Uriah  (filho de Urias), neto de Hacots (Coz); junto dele, trabalhou Meshulam (Mesulão), ben Berehiah (filho de Baraquias), neto de Meshezavel (Mesezabeel); mais além, trabalhou Tsadoc (Zadoque),  ben  Bahanah (Baana). 5Junto dele, trabalhou na restauração o povo de Técua, mas os seus notáveis se recusaram a submeter-se ao serviço dos seus senhores. 6Quanto ao Portão do Bairro Novo (Portão da Cidade), Yoiadah (Joiada), ben Passeach (filho de Paséia), e Meshulam (Mesulão), ben Bessodeiah (filho de Besodias), a restauraram; fizeram as vigas, fixaram os batentes, as fechaduras, e as trancas. 7Continuaram o trabalho, Melatiah (Meltias), o givonita e Yadon (Jadon), o meronotita, bem como o povo de Givon (Gibeom) e de Mitzpah (Mizpá), fizeram reparos no trono do governador o outro lado do rio. 8Uziel (Oziel), ben Harhayah (filho de Araías), membro da corporação dos ourives fez os reparos que lhe cabia. Ao seu lado trabalhou Hananiah (Ananias), da corporação dos perfumistas (boticários): eles reforçaram Yerushalayim até a Muralha larga. 9Junto deles, restaurou Refayah (Rafaías), ben Hur, chefe da metade do distrito de Yerushalayim. 10Ao lado, trabalhava Yedayah (Jedaías), ben Harumaf, defronte de sua casa; ao lado dele, trabalhou Hatush (Hatus), ben Hashavnyah (filho de Hasabneias). 11Malkiyah (Melquias), filho de Harim (Herem) e Hashuv (Hasub), ben Pahat-Moav (filho de Paaete-Moabe), reconstruíram o setor seguinte até à Torre dos Fornos.112Junto deles, restaurou Shalum (Selum), filho de Halohesh (Aloés), chefe da outra metade do distrito de Yerushalayim, trabalhando junto com suas filhas. 13Hanun e os habitantes de Zanoach (Zanoa) restauraram o Portão do Vale: construíram-na, puseram-lhe os batentes, as fechaduras e as trancas e refizeram mil côvados de muro, até a porta do Esterco. 14Malkiyah (Melquias), ben Rechav (filho de Recab), chefe do distrito de Bet Hakerem (Bete-Acarem), restaurou o Portão do Esterco (Monturo/Lixo) junto com seus filhos: fixou seus batentes, suas fechaduras e trancas. 15Shalum (Selum), filho de Kol Chazeh (Col-Hozé), chefe do distrito de Mitzpah (Masfa), restaurou o Portão da Fonte: construiu-o, cobriu-o, fixou seus batentes, suas fechaduras e trancas. Reconstruiu também o muro do Tanque de Shelach (piscina de Hasselá), ao lado do jardim do rei, até a escada que desce da Cidade de David. 16Depois dele, Nehemiah (Neemias), ben Azbuc (filho de Azuque), chefe da metade do distrito de Keilah (Betsur), fez a restauração até defronte dos túmulos de David, até a cisterna construída e até o Quartel dos Exércitos. 17Depois deles, trabalharam os levi'im (levitas): Rechum (Reum), filho de Bani; ao lado dele, restaurou Hashaviah  (Hasabias), chefe da metade do distrito de Keykah (Queila), para seu distrito; 18junto a ele, restauraram seus irmãos,  sob o comando de Bavai ben Henadad (Benui, filho de Henadade), chefe da outra metade do distrito de Keilah: 19ao seu lado, Ezer ben Yeshua (Azer, filho de Jesuá), chefe de Mizpah (Mizpá), restaurou um outro setor, defronte da subida do Arsenal, na Esquina. 20Depois dele, Baruch ben Zabai, reconstruiu outro setor, desde a Esquina até o Portão da casa de Eliashiv (Eliasibe), o sumo sacerdote. 21Depois dele, Meremot, filho de Uriah, neto de Hacots restaurou outro setor, desde a entrada da casa de Eliashiv até sua extremidade. 22Depois dele, trabalharam na restauração os sacerdotes que moravam na planície. 23Depois deles, Beny'amin (Benjamim) e HaShuv (Hasub) restauraram diante de suas casas. Depois deles, Azarias ben Maaseiah (filho de Maaséias), neto de Hananiah (Ananias), restaurou ao lado da sua casa. 24Depois dele, Binui ben Henadad, restaurou outro setor, desde a casa de Azarias até à esquina e ao ângulo entrante do muro. 25Depois dele, Palal (Falel) ben Uzai (filho de Ozi), restaurou em frente à Esquina e à torre que sobressai acima do Palácio real superior e está situada no pátio do cárcere. Depois dele, Pedayah (Pedaías), ben Paroh (filho de Parós), restaurou 26até defronte do Portão das Águas, ao oriente, e até à torre que sobressai. 27Depois, os tecoítas restauraram outro setor, em frente da grande torre que sobressai e até o Muro de Ofel. 28A partir da porta dos Cavalos, os sacerdotes trabalharam nas restaurações, cada um em frente de sua casa. 29Depois deles, Tzadok (Zadoque) ben Imer, restaurou diante de sua casa. Depois dele, restaurou Shemayah ben Shechanyah (Semaías filho de Secanias), guardião do Portão Oriental. 30Depois deles, Hananiyah ben Shelemiah (filho de Selemias), e Hanun, sexto filho de Tzalaf (Zalafe), restauraram outro setor. Depois dele, Meshulam (Mesulão), ben Barachiah (filho de Berequias), restaurou diante de seu aposento. 31Depois dele, Malkiyah (Melquias), da corporação dos ourives, restaurou até a morada dos netineus "servidores do templo" e dos comerciantes (mercadores), em frente do Portão das Revistas (Mifcade), até a subida da esquina. 32E entre a sala alta do Ângulo (subida da esquina) e o Portão das Ovelhas, restauraram os ourives e os mercadores.
Reações dos inimigos dos judeus — 33Logo que Sanvalat soube que estávamos reconstruindo a muralha, encolerizou-se e mostrou-se muito irritado. Escarneceu dos judeus, 34e exclamou diante de seus irmãos e diante do exército de Shomrom (Samaria): "Que estão fazendo esses pobres judeus? Vão desistir? ou sacrificar? ou terminar num dia? Farão reviver estas pedras, tiradas de montões de escombros e já calcinadas?" 35Toviah, o amonita, que estava a seu lado, disse: "Isso que eles estão construindo, se uma raposa subir aí, derrubará sua muralha de pedras!" 36Ouve, ó nosso Elohim, como somos desprezados! Faze recair seus insultos sobre suas cabeças. Entrega-os ao desprezo numa terra de escravidão! 37Não perdoes seus pecados e que suas iniquidades e seus pecados não sejam cancelados diante de ti: pois ofenderam os construtores! 38Ora reconstruímos a muralha que foi restaurada por completo até meia altura. O povo trabalhava de bom coração. 

Iyov (Jó) 22:

O Eterno castiga unicamente em nome da justiça — 1Elifaz, o iemenita, tomou a palavra e disse: 2Pode um ser humano ser benéfico com Elohim, quando o prudente só é útil a si mesmo? 3Traz ao Todo Poderoso (Shaddai) alguma vantagem o fato de seres íntegro? Que lhe aproveita a tua integridade? 4Ganha Ele alguma coisa por não haver máculas em teu caminho? 5É pelo temor que Lhe tens que Ele te repreende e faz teu julgamento?  Não é imensa a tua impiedade? 6Exigias sem razão penhores a teu irmão e despojavas de suas roupas os nus; 7não davas água ao sedento e recusavas pão ao faminto; 8entregavas a terra a um homem poderoso, para ali se instalar o favorecido; 9despedias as viúvas com as mãos vazias, quebravas os braços dos órfãos. 10Por isso te encontras preso nos laços, amedronta-te um terror improviso, 11a luz se obscurece e já não vês nada, e te submerge um turbilhão de água. 12Não é Elohim excelso como os céus? Ele não vê a cabeça das estrelas? 13Porque ele está nas alturas, tu dizes: Quem conhece ao Eterno? Pode ele julgar através das nuvens? 14As nuvens encobrem-no e impedem-no de ver, quando passeia pela abóbada do céu. 15Queres seguir os velhos caminhos por onde andaram os homens perversos? 16Foram arrebatados antes do tempo, quando uma torrente se lançou sobre seus fundamentos. 17Eles diziam a Elohim: "Afasta-Te de nós. Que pode fazer-nos o Todo Poderoso?" 18Ele enchia de bens suas casas, mas longe de mim o conselho dos ímpios! 19Os justos vêem isto e se alegram, o inocente zomba deles: 20"Eis destruídos os seus adversários! Devorados sejam pelo fogo seus bens!" 21 Aproxima-te dos Seus Caminhos e encontrarás paz; e somente o bem te alcançará. 22Aceita as Instruções de Sua boca e guarda Seus Preceitos em teu coração. 23Se a Ele retornares (teshuvah) como humilhado, se afastares de tua tenda a injustiça, 24se lançares por terra os teus tesouros e entre as pedras dos dos rios o outro de Ofir, 25O Todo Poderoso será tuas barras de ouro e a tua prata entesourada. 26Então, sim, alegrar-te-ás no Eterno e erguerás para Elohim teu rosto. 27Ele ouvirá as tuas súplicas e tu cumprirás teus votos; 28decidir-te- ás por um projeto e realizar-se-á, e a luz brilhará em teu caminho. 29Porque ele abaixa o orgulho dos soberbos e salva o humilde. 30Ele liberta o inocente, e tu serás salvo pela pureza de tuas mãos. 

Iyov (Jó) 35:

O Eterno não fica indiferente aos afazeres humanos — 1Elihu (Eliú) prosseguiu dizendo: 2Julgas ter razão, pretendendo justificar-te diante de Elohim? 3Já que dizes: "Que te importa? Que vantagem tenho a mais do que se houvesse pecado?"4Vou responder-te, a ti e a teus amigos. 5Contempla os céus e vê, observa as nuvens: são mais altas que tu. 6Se pecas, que mal lhe fazes? Se acumulas delitos, que dano lhe causas? 7Se és justo, que lhe dás, que recebe ele de tua mão? 8A tua maldade só afeta a um homem como tu; a tua justiça, só a um mortal. 9Uns gemem sob o peso da opressão e pedem socorro contra o braço dos poderosos, 10mas ninguém diz: "Onde está O Eterno que me criou, que inspira cantos de louvor durante a noite, 11que nos instrui mais do que aos animais da terra, e nos faz mais sábios do que os pássaros do céu?" 12E, então, por mais que gritem, Ele não responde, pois vê a arrogância dos maus. 13Certamente Elohim não escuta a vaidade, O Todo Poderoso a isso não presta atenção. 14Muito menos quando dizes: "Eu não O vejo, meu processo está aberto diante dEle e O espero." 15Ou então: "Sua ira não castiga, parece ignorar a revolta do homem." 16Mas, Iyov (Jó) abre a boca para palavras vãs; multiplica o que diz, mesmo sem sabedoria.

Shirim u'chochmah
Kohelet (Eclesiastes) 2:1 - 17
1Eu disse a mim mesmo: Pois bem, eu te farei experimentar a alegria e conhecer a felicidade! Mas também isso é vaidade. 2Do riso eu disse: "Tolice", e da alegria: "Para que serve?" 3Ponderei seriamente entregar meu corpo ao vinho, mantendo meu coração sob a influência da sabedoria, e render-me à insensatez, para averiguar o que convém ao homem fazer debaixo do céu durante os dias contados da sua vida. 4Fiz obras magníficas: construí palácios para mim, plantei vinhedos, 5fiz jardins e parques onde plantei árvores frutíferas de toda espécie. 6Construí reservatórios de água para regar as árvores novas do bosque. 7Adquiri escravos e escravas, tinha criadagem e possuía muitos rebanhos de vacas e ovelhas, mais do que os meus predecessores em Jerusalém. 8Acumulei também prata e ouro, as riquezas dos reis e das províncias. Escolhi cantores e cantoras e todas as delícias dos homens, toda a abundância dos cofres. 9Ultrapassei e avantajei- me a todos quantos me precederam em Jerusalém, e a sabedoria permanecia junto a mim. 10Ao que os olhos me pediam nada recusei, nem privei meu coração de alegria alguma; sabia desfrutar de todo o meu trabalho, e esta foi minha porção em todo o meu trabalho. 11Então examinei todas as obras de minhas mãos e o trabalho que me custou para realizá-las, e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nada havia de proveitoso debaixo do sol. 12Pus-me então a examinar a sabedoria, a tolice e a insensatez. Que fará o sucessor do rei? O que já haviam feito. 13Observei que a sabedoria é mais proveitosa do que a insensatez, assim como a luz é mais que as trevas. 14O sábio tem os olhos abertos, o insensato caminha nas trevas. Porém compreendi que ambos terão a mesma sorte. 15Por isso disse a mim mesmo: "A sorte do insensato será também a minha; para que então me tornei sábio?" Disse a mim mesmo: "Isso também é vaidade". 16Não há lembrança durável do sábio e nem do insensato, pois nos anos vindouros tudo será esquecido: o sábio morre assim como o insensato. 17Odiei, então, a vida, e o trabalho que sob o sol realizei; desgostou-me, pois, tudo é vaidade e  frustrante (correr atrás do vento). 

Tehilim (Salmos) 108:



1Shir Mizmor le David. 2Firme está meu coração, ó Eterno. Cantarei, entoarei um salmo com toda minha alma 3Despertai, ó harpa e saltério, para que eu desperte o alvorecer4Louvar-Te-ei entre os povos; um hino para Ti cantarei entre as nações. 5Porque acima dos céus alcança Tua benevolência e as maiores alturas Tua verdade. 6Exalta-Te sobre os céus, ó Eterno, e que se estenda por toda a terra Tua glória, 7para que sejam resgatados aqueles a quem amas. Salva com Tua Destra e me responde! 8Prometeu o Eterno em Sua santidade que eu ainda haveria de exultar, que eu partilharia Shechém e mediria a extensão do Vale de Sucót. 9Minha é a terra de Guilead e também a de Menasheh. Efraim é o elmo de minha cabeça e Yehudah meu legislador. 10Moab parece ser como um utensílio em que lavo minhas mãos; sobre Edom pisarei meu calçado e na Filistéia soltarei meu brado de triunfo. 11Quem me introduzirá na cidade fortificada? Quem há de me liderar contra Edom? 12Não tinhas, ó Eterno, me abandonado? Não deixaste de estar a frente de nossas legiões? 13Volta a dar-nos Tua ajuda contra o opressor, pois vão é o auxílio dos homens. 14Com o Eterno realizaremos proezas e Ele aniquilará nossos opressores
Shavuah Tóv e Bom estudo!

 Ya'el bat Yossef

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